Hospital Restinga e Extremo-Sul

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HRES completa cinco anos

A contratualização deste hospital, primeiro nos moldes em que foi concebido, foi uma decisão que se mostrou das mais acertadas até hoje pelos resultados que alcançamos em tão pouco tempo. Com essas palavras, o diretor-geral do Hospital Restinga e Extremo-Sul, Paulo Scolari, deu início às comemorações de cinco anos de atividades da instituição, na manhã desta sexta-feira (5).

“Além de dobrar o número de atendimentos de 2018 para 2019, na emergência, (estamos fazendo quase 11 mil atendimentos por mês), todas as demais áreas, incluindo diagnósticos, cirurgias e internação, superaram as metas previstas na nossa contratualização, inclusive no quesito qualidade”, destacou Scolari ao abrir o workshop “Saúde pública e parceria público-privada”, no auditório da instituição, na zona sul de Porto Alegre.

Ele também lembrou a importância da realização de Parcerias Público-Privadas para a prestação de serviços. “A PPP é medida que se impõe para fazer com que os serviços públicos prestados aos cidadãos tenham a qualidade que todos desejam”, frisou.

Já o presidente da Associação Hospitalar Vila Nova (AHVN), Dirceu Dal’Molin, recordou a ampliação do número de leitos, o laboratório, o bloco cirúrgico e a UTI, além do atendimento das especialidades médicas. “De início, havia a desconfiança dos profissionais que aqui trabalhavam, pois não aceitavam a troca da grife Moinhos de Vento pela modesta instituição Hospital Vila Nova. Muitos questionavam e nos abandonaram. Hoje, estão pedindo para voltar graças à eficiência do trabalho da nossa equipe”, revelou.

O vice-prefeito de Porto Alegre, Gustavo Paim, ressaltou o sucesso da parceria entre o segmento privado e público, que possibilitou há cinco anos colocar em funcionamento o HRES na Capital. “Esta PPP consagra um conceito de que serviço público não precisa ser estatal, pois pode ter entidades como o Moinhos de Vento, o Vila Nova, a Santa Casa e tantos outros que são vocacionados e preparados para prestarem um serviço público não estatal de qualidade”, frisou Paim.

O evento contou também com palestras do parecerista de Direito Público Aloísio Zimmer; do secretário-adjunto de Saúde de Porto Alegre, Natan Katz; do diretor executivo do Hospital Sírio-Libanês, Fernando Andreatta Torelly e do superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento (HMV), Mohamed Parrini Mutlaq. A mediação dos debates coube ao coordenador de Atenção Hospitalar e Urgências da secretaria de saúde da Capital, João Marcelo Lopes Fonseca. Além disso, o auditório da instituição foi batizado com o nome Fernando Torelly, em uma homenagem ao ex-superintendente do HMV.

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